Deite-se ai, Concentre-se no que vai fazer.
Durma e não se atreva a me tocar.
São compromissos irrevogáveis.
Minhas pendências irrefutáveis.
A luz entra no quarto, o ninho no telhado.
O encaixe meio sonolento.
Boca pequena sussurra e me toma.
O cheiro gostoso e a toalha molhada.
Agora é sua vez, mas Não vá demorar.
Meu café vai esfriar.
E não tenho o dia todo.
Devo ir pra escola, todavia, não poderei te beijar.
12 de novembro de 2011.
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