sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Quero correr disso tudo.
Mas correr pra os teus braços.
Hoje de manhã senti o seu gosto.
Teu jeito de me fazer carinho.
Tuas trapaças.
A vivacidade que existe em tudo que é teu.
Sou uma boba quando estou contigo.
Teu afago me faz esquecer,
que esse sentimento vai me matar.
Mas só quero que me mate aos poucos, então.
Lembre-se o velho.
E tome o novo como referência.
Esqueci meu relógio.
Estou sem tempo pra perder.

18 de novembro de 2011.

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